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  • Rodapes de Descricao: Quarto/Studio/Suite

    Rodapes de Descricao: Quarto/Studio/Suite

    Exemplo acima, aonde diz quarto; e’mais eficiente colocar quarto/studio/suite 03, etc?

     

    Comentem abaixo.

  • Memo Para o Conselho: Marco 2026

    Memo Para o Conselho: Marco 2026

    Memorando ao Conselho – Alinhamento e Fase de Execução

    Chegamos a um ponto de inflexão — e avançamos.

    Após alinhamento direto entre os fundadores, ajustamos a estrutura para refletir responsabilidade, capital comprometido e foco absoluto na entrega. O resultado é um acordo que fortalece a governança e nos posiciona com ainda mais clareza para executar.

    A Studio.Haus não está mais em fase conceitual. Hoje temos:

    • Pipeline ativo e qualificado.
    • Parceiros técnicos e jurídicos envolvidos
    • Capital já investido e adicional comprometido.
    • Boa vontade preservada com stakeholders-chave, incluindo o proprietário.
    • Estrutura societária alinhada à fase de execução.

    Não estamos em hipótese. Estamos em construção real.

    E com isso afirmo com ainda mais convicção:

    Entregaremos o primeiro hotel concluído até o final de maio, no máximo.


    Estratégia: Execução fincada na realidade; Unidade por Unidade

    Seguimos com disciplina:

    Executar 1:1

    Essa abordagem nos permite:

    1. Concentrar capital onde há geração imediata de resultado.
    2. Cumprir rigorosamente nossos compromissos.
    3. Validar o modelo na prática, estúdio por estúdio.
    4. Construir histórico operacional real.
    5. Fortalecer confiança por meio de entrega consistente.

    Cada unidade entregue é validação concreta do modelo.


    Disciplina de Capital

    Há dinheiro investido e há capital adicional comprometido.

    Nesta etapa, capital é ferramenta de entrega — não de dispersão.

    Prioridades:

    Sem distrações estruturais.
    Sem expansão prematura.
    Sem narrativa antes de resultado.


    Clareza Antes da Escala

    Os workshops de visão continuam.

    Mas agora com base em ativo real.

    Execução e alinhamento caminham juntos:

    Execução sem alinhamento gera fricção.
    Alinhamento sem execução gera estagnação.

    Estamos tratando ambos.


    Confiança no Caminho

    O pipeline é consistente.
    Os parceiros são sólidos.
    A relação com o proprietário está preservada.
    A estrutura está definida.

    A variável agora é disciplina de entrega.

    Não precisamos mudar de direção.
    Precisamos executar o que estruturamos.

    Uma unidade entregue.
    Um compromisso honrado.
    Um hotel concluído até maio.

    Seguimos.

  • Back in the US memo. Thank you!

    Back in the US memo. Thank you!

    **MEMORANDO — Jay Silva

    Feedback Após Revisão da Reunião do Conselho (17/11)**

    Agradeço a todos pelo apoio, atenção e feedback honesto durante minha estadia no Brasil.

    Eric — você foi o anfitrião mais generoso possível. Obrigado novamente por passar no Bar do Edu e fazer aquela sugestão inicial.

    Agora, vamos aos assuntos da StudioHaus.

    Ouvi a gravação completa da reunião do conselho. Na segunda-feira eu estava resolvendo algumas coisas, mas também era um dia dedicado às minhas filhas e à minha esposa. Eu deveria ter recusado a ligação, mas às vezes — até demais — tentamos manter compromissos por orgulho ou senso de dever, em vez de objetividade.

    Abaixo seguem meus comentários, esclarecimentos e perguntas — sem ordem específica.


    1. Exploração do Papel de Project Manager

    Essa linha de raciocínio começou após nossa reunião com João Silva e Jorge Assef na semana passada, no Investidores.VC, quando João disse: “Vocês são uma incorporadora.”

    Embora eu acredite que sejamos mais do que isso, nosso negócio está ancorado no sucesso do Chave na Mão — um conceito que elimina grande parte do risco de obra e pré-operação, mantém o overhead extremamente baixo e permite crescimento rápido.

    Por outro lado, isso nos expõe ao risco de custos ocultos gerados por ineficiências, falta de transparência de preços e imprevisibilidades operacionais — custos que inevitavelmente chegam ao franqueado e impactam a marca.

    Por isso levantei esse ponto com o Eric no domingo:

    A StudioHaus precisa modelar uma estrutura operacional que inclua internamente um Project Manager, responsável por supervisionar toda a construção de cada franquia. Um PM qualificado no Brasil consegue entregar aproximadamente seis obras completas por ano, e sua faixa salarial típica (US$ 60–80 mil / R$ 300–400 mil) se torna significativamente mais eficiente do que pagar 10% do custo total da obra para terceiros.

    Somente no caso do Quatá, esses 10% equivalem a cerca de R$ 600.000 — sem garantia de transparência ou alinhamento. Contratar internamente nos dá disciplina, diluição mensal de custos e controle direto.

    Essa é a tese.


    2. Pausa de Pagamentos — Mencionada, Mas Não Esclarecida

    Percebi o breve momento na reunião em que o Eric mencionou a ideia de solicitar períodos de carência e pausar certas despesas:

    “…talvez não devêssemos começar vendas agora, e o Jay tem pedido períodos de carência… devemos debater isso como grupo…”

    Esse tipo de linguagem gera confusão para mim como sócio, membro do board e responsável por comunicação.

    Quando conversei com o Eric, saí entendendo claramente que o contato com os fornecedores para solicitar a pausa seria iniciado. Tanto que dediquei tempo para escrever um memorando e comunicar esse direcionamento à equipe.

    Por isso me surpreendeu ouvir o tema sendo apresentado quase como se ainda estivesse aberto a votação ou debate.

    Nós vamos ter sucesso com a Studio.Haus — disso eu não tenho dúvida — porém o sucesso pode ser fácil ou difícil, rápido ou demorado. A diferença entre esses cenários está na eficácia da nossa comunicação.

    Portanto, para ser 100% claro:

    @Eric — por favor comunique os fornecedores sobre a pausa de pagamentos e garanta que nada seja pago até que todos estejamos alinhados.

    Se for necessário marcar uma nova reunião para alinhar isso, estou à disposição.

    Além disso, precisamos votar imediatamente uma estrutura de governança. Já estamos em meados de novembro, e ainda não temos isso definido.


    3. Pergunta Honesta aos Membros Brasileiros do Conselho

    É melhor que nos comuniquemos em português ou inglês durante as reuniões — e por escrito?

    Embora o inglês seja mais confortável para mim em reuniões, a Studio.Haus foi fundada no Brasil, com foco no mercado brasileiro. É por isso que me juntei ao projeto. Trabalhamos duro para montar um board justamente para ouvirmos opiniões sem filtros.

    Estou fazendo essa pergunta em nome de clareza e alinhamento.


    4. Sugestão Sobre a Estrutura das Reuniões

    Para facilitar o acompanhamento e garantir que nada se perca entre uma reunião e outra, sugiro começarmos a postar:

    1. A pauta da próxima reunião

    2. Os tópicos abertos que exigem follow-up

    3. O responsável por cada item

    4. O status (Não Iniciado / Iniciado / Em Andamento / Concluído)

     

    2025-11-19 11:48 EST

    Understood.

    I will remove that entire section completely, and I will assemble the full memo cleanly, with no repetitions, no unnecessary bullets, and no editorializing.

    Here is your complete, consolidated memo — exact, sharp, and aligned with everything you wrote.


    **MEMO — Jay Silva

    Feedback After Reviewing the Board Call (11/17)**

    Thank you to everyone for the support, attention, and honest feedback throughout my stay in Brazil. Eric, you were the most gracious host anyone could ask for. Thank you again for stopping by Bar do Edu and making the initial suggestion.

    Now, onto StudioHaus business.

    I listened to the full recording of the board meeting. On Monday I was up and about, but it was also a day dedicated to my daughters and my wife. I should have declined the call, but sometimes — to a fault — we try to keep commitments out of pride or a sense of duty, instead of objectivity.

    Below are my comments, clarifications, and questions — in no particular order.


    1. Project Manager Exploration

    This line of thought began after our meeting last week with João Silva and Jorge Assef at Investidores.VC, when João said: “Vocês são uma incorporadora.”

    While I believe we are more than that, our business is anchored in the success of Chave na Mão — a concept that removes a major part of construction and pre-revenue operational risk, keeps organizational overhead extremely low, and allows for fast growth.

    On the other hand, it exposes us to the risk of hidden costs created by inefficiencies, lack of price transparency, and operational unpredictability — costs that inevitably reach the franchisee and impact the brand.

    This is why I raised the point with Eric on Sunday:

    StudioHaus must model an operating structure that includes a Project Manager internally, responsible for supervising the entire build-out of each franchise. A qualified PM in Brazil can deliver approximately six builds per year, and the typical salary range (USD 60–80K / R$ 300–400K) becomes significantly more efficient than paying 10% of total build cost to third parties.

    For Quatá alone, that 10% would equal roughly R$ 600,000 — with no guarantee of transparency or alignment. Hiring internally gives us discipline, monthly smoothing of costs, and direct control. That is the thesis.


    2. Vendor Pause — Mentioned, But Not Clarified

    I did notice the brief moment in the call where Eric referred to the idea of asking for grace periods and pausing certain expenses:

    “…maybe we shouldn’t start doing sales, and Jay has been asking about grace periods… we should debate that as a group…”

    This language creates confusion for me as a partner, board member, and communicator.

    When I had the conversation with Eric, I left with a full understanding that the outreach to pause specific bills was going to be initiated. Case in point: I took the time to write a memo and communicate that direction to the team.

    It surprised me that during the board call, the topic was framed as if it were still up for discussion or potentially a vote.

    We will be successful either way with Studio.Haus — however, success can be easy or hard, quick or lengthy. The difference between these outcomes is how effective we are in communicating.

    So to be 100% clear:

    @Eric — please communicate with the vendors about pausing payments, and ensure that nothing is paid until we all agree.

    If a further meeting is needed, we can schedule it.

    Also, we need to vote on an immediate governance structure. We are in mid-November, and we still do not have this in place.


    3. Honest Question to the Native Portuguese Speakers

    Is it better for us to communicate in Portuguese or English during calls — and in writing?

    While English is more comfortable for me in meetings, Studio.Haus was founded in Brazil with a focus on the Brazilian market. That is why I joined. We worked hard to build a board so we could hear your opinions unfiltered. I’m asking this question in the spirit of clarity and alignment.


    4. Suggestion on Meeting Structure

    To make tracking easier and ensure nothing slips between calls, I suggest we begin posting:

    1. Agenda for the Next Meeting

    2. Open Topics Requiring Follow-Up

    3. Assigned Owner for Each Item

    4. Status (Not Started / Initiated / In Progress / Done)